Mitos da sexualidade - Norma Barreto | Psicóloga e Sexóloga em Recife

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Mitos da Sexualidade



MITHUS – palavra de origem grega que significa FÁBULA; “representação de fatos ou personagens reais, exagerada pela imaginação popular e pela tradição”. Jimena Fuelani.

O mito pode não corresponder à realidade, mas representa de forma significativa, papéis comportamentais do indivíduo em uma comunidade.

Segundo a autora citada acima, o mito pode ser compreendido de duas formas:

1º Narrativa lendária, da tradição cultural de um povo, que se utiliza do sobrenatural, divino, misterioso, para compreender os valores básicos do povo;

2º Crença não justificada, comumente aceita, questionada do ponto de vista filosófico.

Quanto ao mito sexual, são concepções errôneas, criadas a partir de rumores, superstições, contos, reforçados pela desinformação científica básica, agindo como causa e/ou consequência de condutas assumidas, construindo um problema sexual de ordem emocional e comportamental. Transformados em crenças e que interferem e influenciam a conduta sexual.

Abaixo estão relacionados alguns mitos que interferem e influenciam no desejo, prazer e desempenho sexual:

- Mito do corpo perfeito
- Mito da diferença do prazer entre homens e mulheres
- Mito do significado do orgasmo, do prazer e da performance individual -    desempenho
- Mito do sexo vaginal
- Mito da estimulação clitoriana
- Mito da esterilidade masculina
- Mito do uso da pílula anti-concepcional
- Mito do uso da camisinha masculina
- Mito sobre a origem da ginecomastia
- Mito sobre o consumo de álcool sobre a atividade sexual
- Mito do tamanho do pênis – principalmente quando considerado pequeno

Norma Barreto
Psicóloga, Pedagoga, Sexóloga


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